SOBRE​ MEU TRABALHO

No dia 5 de novembro, é comemorado o Dia do Designer, em homenagem a Aloísio Magalhães, um criador múltiplo e pioneiro do design gráfico no Brasil. Confira aqui algumas frases e homenagens a esses profissionais que são verdadeiros artistas!

EUsou

UM DESIGNER GRÁFICO

 

O web design é uma extensão da prática do design gráfico, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da World Wide Web.
O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, ergonomia, usabilidade, acessibilidade entre outros.
A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da pessoa em destaque interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.

O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site. Conhecer heurísticas de usabilidade é fundamental para se gerar layouts para a web.
Cada elemento inserido em um website deve ter um objetivo, a perfeição de um website se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.
A maioria dos layouts antigos dos sites da Web eram feitos com tabelas na linguagem HTML, porém esta forma é inapropriada pois tabelas devem ser utilizadas apenas para exibir dados tabulados. Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, sao os famosos "tableless" e esta sim é a melhor forma de estrutura para layouts.
tableless não pode ser entendido como na tradução livre, que seria literalmente "sem tabelas". Tableless é um conceito e deve ser entendido como aplicação das webstandards (normas da web desenvolvidas pela W3C).

Existe um leque enorme de programas usados pelos web designers. Para construção do código, por se tratar de simples texto, qualquer editor de texto pode servir de suporte para a criação do código.

 

Entretanto, há programas tanto gratuitos como de uso comercial, com interface WYSIWYG, que são amplamente utilizados no mercado tanto para gerenciar sites, quanto para apenas editar códigos, como é o caso do Adobe Dreamweaver, Aptana, Microsoft Expression Web, na parte visual, os editores gráficos vetoriais CorelDRAW, Adobe Illustrator ou o Inkscape), de bitmap GIMP, e principalmente Adobe Fireworks ou Adobe Photoshop.

 

Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado. Em relação ao Flash, deve-se ter o cuidado de usá-lo apenas onde a solução seja impossível de ser reproduzida em HTML, jamais se usa em menus e áreas de conteúdo por ser um arquivo binário, não ser acessível e estar em desacordo com as recomendações do W3C. Na atualidade, existem disponíveis na rede website builders, trata-se de plataformas que o usuário pode criar um site sem a instalação de nenhum programa. Tais ferramentas são muito interessantes e vem ganhando espaço no mercado, pois leigos na área de webdesign podem criar seu próprio site e atualizá-lo diariamente se desejado.

A tarefa do web designer é a elaboração estética e funcional e a manutenção de um web site. O web designer deve ter a compreensão da aplicação em mídia eletrônica de disciplinas como HTML/XHTML, CSS, JavaScript/DHTML, Flash etc. e deve ter conhecimento no uso de software de desenvolvimento voltado para a web.

A capacitação leva em torno de 1 a 2 anos para ser concluída

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NAVEGADORES
O TRABALHO
LAYOUT

Como todo trabalho de design, ele é um projeto, e necessita uma análise informacional, a partir de um briefing. Detectar corretamente o objetivo do projeto é essencial para um bom planejamento, de modo que as ações sejam tomadas de forma correta.
É sempre necessário definir o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para o público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.
De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá, definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que não precisa pular, girar e piscar, a não ser que o que se esteja vendendo é design/imagem (que não se aplica ao meio informacional que é a Web), mas ter um aspecto profissional seguindo pelo menos os conceitos básicos do design como aproximação, contraste, alinhamento, dentre outros.
Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site ou mesmo desabilitada caso não seja necessária no contexto de utilização. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto não é possível, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, impressora, leitores de telas etc. Por este motivo, a estrutura (HTML) com a qual a informação será exposta deve trabalhar independentemente da formatação estilística (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.

São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminharem em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da World Wide Web Consortium.
No desenvolvimento do site, o HTML deve ser criado seguindo os padrões do W3C (Web Standards) de forma que fique funcional, independente dos dispositivos (TV, celular, impressora, monitor etc). Apesar de em tese não haver a necessidade de testar em diversos navegadores, é um bom hábito testar em mais de um navegador (Mozilla Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera, Safari, Google Chrome e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.

Site Responsivo

O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site. Conhecer heurísticas de usabilidade é fundamental para se gerar layouts para a web.
Cada elemento inserido em um website deve ter um objetivo, a perfeição de um website se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.
A maioria dos layouts antigos dos sites da Web eram feitos com tabelas na linguagem HTML, porém esta forma é inapropriada pois tabelas devem ser utilizadas apenas para exibir dados tabulados. Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, sao os famosos "tableless" e esta sim é a melhor forma de estrutura para layouts.
tableless não pode ser entendido como na tradução livre, que seria literalmente "sem tabelas". Tableless é um conceito e deve ser entendido como aplicação das webstandards (normas da web desenvolvidas pela W3C).

O que é um site responsivo? 

Criados para se adaptarem a plataformas mobile, esses sites se tornaram uma importante ferramenta para o e-commerce.
Plataformas mobile se tornaram ferramentas importantes de comercialização dos produtos via comércio eletrônico, e por isso o empreendedor deve ter um site responsivo. Sites responsivos são aqueles que adaptam o tamanho das suas páginas (alteração do layout) ao tamanho das telas que estão sendo exibidos, como as telas de celulares e tablets.


Suas vantagens derivam da adaptação a qualquer ferramenta que os usuários estejam usando para facilitar a sua visualização. Além disso, os sites responsivos também podem expandir para visualizações de detalhes da página dando um zoom.
 

Veja alguma das adaptações nas páginas para sites responsivos que precisam ser feitas:
Alterações no layout do site.
Colocar as principais ferramentas de acesso para os usuários, para facilitar nas telas menores.
Alterar as imagens e cores do site.
Aumentar o espaço entre os links para que o dedo não encoste em dois links ao mesmo tempo.
O Brasil ativou em fevereiro 2 milhões de novos chips de 4G. Ao todo, o País já tem 107,6 milhões de acessos 4G, segundo balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). No período de 12 meses, entre fevereiro de 2017 e fevereiro deste ano, foram ativados 41 milhões de novos acessos, um crecimento de 61% no período.

É aconselhável que os empresários adaptem seus sites e lojas virtuais para que abranjam maior número de usuários. Facilitar mais o acesso e visualização dos sites das empresas tem sido a tônica de sites responsivos.

Além de ser indexado pelo Google e outros motores de busca, o website deve contar com a aparência da sua marca e com todas as características precisas para que seus visitantes fiquem satisfeitos e achem rapidamente as páginas que buscam.
Feito sob medida para seu negócio, terá o endereço web perfeito para ser recompensado com novas oportunidades de mercado.
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O Brasil ativou em fevereiro/2018, 2 milhões de novos chips de 4G. Ao todo, o País já tem 107,6 milhões de acessos 4G, segundo balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). No período de 12 meses, entre fevereiro de 2017 e fevereiro deste ano, foram ativados 41 milhões de novos acessos, um crecimento de 61% no período.

As redes de quarta geração também continuam em expansão, com crescimento de 127% em 12 meses. O 4G já está em operação em 3.861 municípios, onde moram 93% da população brasileira. Essa cobertura é mais de três vezes superior à obrigação estabelecida nos leilões das licenças de serviços móveis, de 1.079 municípios.

A cobertura de 3G , por sua vez, está em 5.151 municípios, onde moram 98,9% da população brasileira. Desde fevereiro de 2017, 157 novos municípios receberam as redes de 3G. Ao todo, o número de acessos 3G chega a 79 milhões no País. A cobertura 3G ultrapassa em muito a obrigação atual, que é de 3.917 municípios.

No total, o Brasil já conta com 205 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Considerados os acessos fixos e móveis, os dados de fevereiro mostram um total de 234 milhões de acessos no País. Destes, 29,3 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 9% em 12 meses, com 2,4 milhão de novos acessos.

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